COMO CONSEGUI MINHA ENTRADA NA CPBR COM 70 REAIS

 

Tudo começou com um convite, “PORQUE VOCÊ NÃO PARTICIPA NO MAKER HACKLAB”, então provavelmente vocês também receberam o mesmo convite. E acabei pagando os 70 reais de taxa de inscrição e depois de três semanas de trabalho duro acabamos vencendo o Hacklab e com isso recebendo nossas entradas para a Campus Party.

Bom agora vamos para o mais importante, como foi que conseguimos vencer o Hacklab? Não existe formula mágica. Então vou só explicar como trabalhamos, tudo começa com a escolha da ideia, na minha opinião o processo mais interessante de todo o evento, que é quando todos podem ouvir as ideias de todos os participantes, e logo depois de prestar atenção em mais de 20 ideias, realiza-se uma votação entre todas. E acabam sendo escolhidas apenas 6 projetos. Depois devemos nos organizar em grupos, que de preferencia estejam na mesma vibe, e todos com interesse de desenvolver a startup. Então com o time montado, e com a ideia selecionado, devemos começar
um longo processo de validação, que vai acompanhar o grupo por uma semana, ou no caso da Unlock Plant, por mais de duas semanas (devido a greve de caminhoneiros). E essa fase é a mais importante, por que é quando as startups tem contato com seus possíveis compradores, e quando as ideias começam a ser alteradas e modeladas para
um produto que realmente possa ser vendido e que tenha um publico de compra. Simultaneamente propostas de solução dos problemas que estão sendo identificados devem discutidas entre o grupo, desde de pontos simples como tamanho do produto, cor, material; até pontos mais específicos tal como, o funcionamento de hardware, se o grupo
vai desenvolver um app, como vai ser o visual da landing page, como será feito o marketing, como a startup irá arrecadar dinheiro, e tantos outros pontos estruturais da startup.

Depois de validar a ideia, e fazer varias reuniões para discutir como iriamos dar vida ao projeto, decicimos que iriamos montar uma stufa do tamanho de um frigobar, para automatizar o cultivo de plantas, nas casas das pessoas, principalmente o público vegano. É a partir desse ponto, que os makers, começam a desenvolver o hardware e todo o funcionamento do mesmo; que os devs, começam a criar a landing page e toda a lógica de receber e enviar dados pela nuvem (que é o foco do HackLab), se o grupo optar por um aplicativo, desenvolver o mesmo; e os busnisses, tem que pensar em como vai ser a venda do produto, o preço máximo a ser cobrado, o custo de marketing, os concorrentes, o tamanho do mercado, e todas as informações relacionadas a venda do produto. E em menos de 3 dias o projeto sai do papel e começa a ganhar vida.

E no final da semana, você tem uma proposta de valor que faz sentido, uma solução para um problema real, um protótipo que funciona. Basicamente o trabalho para a maioria do grupo já acabou, porém resta um detalhe e talvez o diferencial dos grupos, o PITCH. Onde em 3 minutos um membro do grupo tem que vender a ideia para possíveis investidores, que no caso do evento são pessoas envolvidas com empreendedorismo ou que tenham conhecimento sobre plano de negócios. Nesse momento desenvolver a melhor apresentação possível é essencial, com slides  simples, limpos, bonitos e chamativos; o apresentador tem que ter uma fala simples e fluida, e deve tentar sempre
se manter calmo para que a apresentação seja perfeita.

 

 

Texto por Nicholas Santana

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