Editar vídeo também é “Maker”?

 

Antes de começar o texto tenho que deixar um aviso aos navegantes. As dicas que deixo aqui tem embasamento apenas em experiências próprias, logo, estão longe de ser verdades absolutas. Toda discussão será muito bem-vinda,
inclusive ficarei feliz se meu texto gerar reflexão.

Então vamos ao texto! 😀

Você quer fazer apenas um vídeo de aniversário para alguém ou é o trabalho daquela matéria da faculdade, possivelmente as dicas serão mais úteis. Porém, os mais atentos do mundo da edição, peço que não saiam ainda. Aqui eu compilo ideias que podem iluminar futuras metodologias.

Não vai ter drama, começarei pela parte mais importante. ROTEIRO! Se você já faz isso, provavelmente economiza muito tempo em criação e edição de conteúdo. E por que os roteiros são tão importantes? Ele vai nortear todo seu
projeto, desde o que vai falar até como isso será disposto em edição. Um roteiro feito detalhadamente, otimiza seu trabalho de produção. E o segredo para um bom roteiro, na minha opinião, é saber onde cada cena será disposta
e como irá para tela antes mesmo de editar ou filmar. Busque roteirizar todos projetos, independente da complexidade, se esse hábito começar pelos curtas, implementar para vídeos mais longos será natural.

Roteiro em mãos, passamos para filmagem e aqui não tem desculpa de câmera, microfone, ou qualquer falta de equipamento. Planejamento e improvisação fazem parte. Procure locais de filmagem com um ambiente
favorável a luz e baixo ruído. Vai gravar dentro da Unifei? Que tal gravar próximo ao lago ao invés da portaria? Na portaria temos a poluição sonora praticamente constante dos carros e motos, enquanto o lago é mais silencioso
e oferece uma boa possibilidade para imagem do seu vídeo. Se for inevitável usar cenas de lugares mais ruidosos, as possibilidades envolvem tirar a faixa de áudio e substituir para uma música ou fazer a gravação de voz separado do
vídeo. Especialmente para equipamentos low budget, favorecer o ambiente faz toda diferença. E para exemplificar uma saída no melhor estilo de improviso, cito o vídeo Tributo Federal M.T. que fizemos na Uai!rrior ano passado.

 

 

Não possuímos gimbal, mas para fazer uma filmagem que finalizaria o vídeo, em movimento e estável da lateral e traseira do nosso robô utilizamos um barbante e um pedaço de isopor com a câmera em cima. Favorecemos o
ambiente e corrigimos em edição.

Por falar em edição, é aqui que culminam todos os esforços. Novamente, equipamento não é desculpa. E software é mais um equipamento, uma ferramenta apenas. Uns são mais didáticos que outros e tem suas particularidades. Deixo como sugestão o Vegas Pro, pela quantidade de material que você encontra com facilidade na internet para aprender sobre. O que deve ser lembrando é que mais importante que o software é buscar  aprender e pôr em prática todo roteiro e cenas desejadas. Creio que isso seja o “Maker” de vídeos: unir improvisação com criação e ainda aproveitar a oportunidade para adquirir mais conhecimento!

 

 

Texto por Gabriel Teles

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