Nvidia cria Inteligência Artificial que pode ajudar no combate ao Câncer

A inteligência artificial vem sendo muito comentada ultimamente, a tecnologia promete trazer diversas revoluções em todas as áreas da sociedade. Apesar de sempre uma ser diferente da outra, todas elas acabam sendo apoiadas por uma base: o conjunto de dados. Esses conjuntos ajudam a alimentar a inteligência e a produzir novas informações sobre o processo estudado.

Então pesquisadores da Nvidia, a Clínica Mayo, e do Centro de MGH e BWH de Ciência Clínica Dados resolveram solucionar um problema que afeta muitas pessoas pelo mundo. Uma rede neural que se gera dados de treinamento – basicamente imagens de ressonância magnética tridimensionais de cérebros com tumores cancerígenos.

A ferramenta funciona de uma forma sensacional, utilizando a estrutura de aprendizagem do Facebook, o PyTorch, e treinado pela plataforma DGX da Nvidia, a inteligência forma uma rede neural dividida em duas partes. Ela é composta por um  gerador  que produz amostras e um  discriminador, que tenta distinguir entre as amostras geradas e as amostras do mundo real – para criar ressonâncias magnéticas convincentes de cérebros anormais.

A equipe utilizou dados de fundações de Alzheimer e de tumores cerebrais para treinar o sistema e geraram dados até então super interessantes. Após todo o processo de aprendizagem de máquina utilizando varreduras em cérebros, eles obtiveram 80% de precisão nos casos, algo que já pode ajudar e muito no descobrimento de uma doença tão grave como essa.

Hoo-chang Shin, um dos pesquisadores por trás da novidade, relata grande entusiasmo tanto deles como dos radiologistas que detectam normalmente esse tipo de doença, e ainda diz que essa parceria não acaba por ai. O objetivo é criar uma ferramenta identifique diversos tipos de doenças raras.

 

Texto escrito por João Lucas Berlinck

 

 

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